Dor no Ato Sexual: o Que a Mulher Deve Fazer?

A dor no ato sexual é considerada, pela Fundação Americana de Doença Urológica, uma disfunção sexual feminina. Alguns estudos concluíram que 9% a 27% das portuguesas se queixam de dor no ato sexual.

Contudo, os tipos de dor podem ser diferentes e na sua origem podem estar causas orgânicas, psicológicas e/ou socioculturais. Fique a conhecer melhor algumas das causas possíveis e a importância de um diagnóstico e tratamento adequados.

Possíveis causas:

Diminuição da líbido: Esta é uma das principais causas de dor e ardência, durante a relação sexual. Isto, porque ela provoca a diminuição da lubrificação vaginal, tornando a penetração mais dolorosa.

Algumas das razões para isto acontecer pode ser o stress e o uso de alguns medicamentos (como antidepressivos e anti hipertensores).

Nestas situações, é importante consultar um médico e/ou psicólogo. Ele ajudará no diagnóstico do problema e no seu tratamento.

Alergia: A dermatite pode causar feridas na região íntima da mulher, provocando dor no ato sexual. Para evitar esta condição, não deve usar produtos irritantes. Além disso, deve consultar um dermatologista ou ginecologista para iniciar o tratamento adequado para esse problema.

Doenças sexualmente transmissíveis: Estas são outras causas frequentes de dor no ato sexual. Alguns exemplos são a herpes genital e a gonorreia. Nestes casos, deve consultar um ginecologista, manter a região genital limpa, urinar após as relações sexuais e usar preservativo, durante as relações sexuais.

Alterações hormonais: Especialmente na menopausa, a dor no ato sexual pode surgir devido às alterações hormonais e ao uso de medicamentos de reposição hormonal. Eles podem desregular os níveis de estrogénio, diminuindo a lubrificação vaginal. Nestes casos, pode optar-se pelo uso de lubrificantes íntimos, assim como pedir o aconselhamento de um ginecologista.

Dispareunia: Este distúrbio refere-se a uma dor intensa durante o ato sexual. As suas causas podem ser psicológicas ou físicas, como a contração involuntária dos músculos da vagina. Nesta circunstância, deve ir ao ginecologista, que pode sugerir técnicas de dilatação dos músculos, assim como a realização de exercícios de Kegel, por exemplo.

Infeção urinária: Este tipo de infeção também pode ser uma causa para a dor no ato sexual. É imprescindível consultar o ginecologista para que ele prescreva o tratamento adequado ao agente causador da infeção. Além disso, deve manter-se uma boa higiene íntima, beber muita água, evitar relações sexuais sem preservativo e usar roupa interior de algodão.

Pós-parto: No período pós-parto, pode haver alguma dor no ato sexual, devido a lesões que possam ter surgido na região íntima feminina. Assim, deve aconselhar-se com o ginecologista sobre qual a melhor altura para retomar a vida sexual, de modo a também prevenir infeções.

Disfunção erétil: Embora esteja relacionada com o homem, a disfunção erétil pode desenvolver deformações no pénis que causem dor à mulher, durante o ato sexual. Neste caso, o casal deve consultar um urologista para solucionar o problema da disfunção. Além disso, o homem deve procurar fazer uma alimentação saudável, pobre em gorduras, açúcar e álcool.

Então, o que deve fazer?

Como ficou claro, consultar um especialista é sempre fundamental. Além disso, é importante encarar esta situação não como um problema da mulher, mas sim do casal. Se as causas desta dor podem ser diversas, também diversas são as formas de tratamento.

Terapia, lubrificantes, analgésicos, antibióticos,… são apenas algumas das soluções possíveis para as várias origens deste problema. O importante é não adiar a resolução desta situação e não permitir que aquilo que, por vezes, é de simples solução, se torne num problema mais complexo.

Portanto, se sofre de dor no ato sexual, resolva já esse problema. Vá a doctorino.pt e marque uma consulta da especialidade.

Este artigo integra uma parceria com a empresa Doctorino e foi redigido pela redação da mesma.

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