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Como Passar o Tempo de um Modo Mais Saudável e Feliz

Os eventos recentes trouxeram a consciencialização da saúde à vanguarda da consciência humana. E o que significa isto? Significa que estamos a ficar mais motivadas do que nunca para explorar novos comportamentos no nosso estilo de vida, especialmente os que conduzem a uma imunidade mais protegida, a um organismo mais forte e à longevidade.

Tal como a ciência revela que alguns alimentos são prejudiciais à saúde e que outros, por seu turno, nos são benéficos, também se descobriu que determinados hábitos que temos não contribuem para o nosso bem-estar, ao contrário de outros, que jogam a esse favor.

A Frederica investigou e reuniu um conjunto de práticas que nos ajudam a aproveitar o tempo da melhor forma e a ter uma vida mais feliz, com saúde, resiliência e sucesso. Para descobrir, abaixo.

Definir o tempo que (não) é bem aproveitado

Decerto que todas teremos uma visão diferente daquilo que significa aproveitar o tempo. Mas uma das versões é aquela em que, ao olharmos para trás, nos podemos sentir bem com o que fizemos. Para algumas pessoas, isso pode significar alcançar algo mais nas suas carreiras; para outras, pode representar uma oportunidade para novos hábitos de vida. A escolha é sua. Tente segui-la.

Olhar para dentro

Por vezes, evitamos algo – consciente ou inconscientemente – porque encará-lo é desconfortável. Isto acontece com tarefas de faculdade, de trabalho ou com questões pessoais mais profundas. Na tentativa de se afastar desse desconforto, a nossa mente entra numa busca natural de algo que a distraia. No entanto, é importante observar que podemos estar a tentar escapar de algo que até poderia ser positivo para nós.

Um diário de gratidão, uma meditação e conversas com amigas são formas saudáveis de ajudar a identificar o que estamos a tentar evitar.

Por outro lado, temos um grande inimigo: o tédio. Este sentimento desagradável é, na maioria das vezes, colmatado com o recurso à tecnologia.

Quando se sentir aborrecida, observe esse sentimento por algum tempo, antes de reagir a ele. Quando o fizer, faça-o através de atividades saudáveis e gratificantes para si, sem arrependimentos do que ficou por concretizar.

A ciência da empatia

Neurónios espelho. Já ouviu falar? Quando contamos uma história envolvente, os neurónios da outra pessoa, que nos ouve, disparam da mesma maneira que os nossos. Esse efeito é a ciência da empatia, que nos ajuda a fazer conexões e a promover relacionamentos, algo que, para nós, é sinónimo de felicidade. Portanto, mesmo quando o inesperado acontece, pense na história que ele nos oferece para contar mais tarde.

Viver de acordo com o tempo que tem

Será que temos tanto tempo como acreditamos? Talvez não. Considerando que, por dia (caso esteja em teletrabalho), trabalha oito horas, passa sete horas a dormir e ainda passa algum do seu tempo a fazer as refeições e outras tarefas obrigatórias, sobram-lhe, apenas, cerca de cinco ou seis horas para dedicar ao que realmente lhe dá prazer fazer. E no meio de tudo isto, ainda tem de cuidar dos seus relacionamentos ou tratar de outros assuntos obrigatórios.

Se pensar nisto desta forma, rapidamente compreende a necessidade de aproveitar as horas da melhor maneira, gastando energia no que realmente importa.

Realidade virtual

Sim, o seu telemóvel coloca mais informações na ponta dos seus dedos do que aquela que poderia conseguir nas grandes bibliotecas do mundo. A questão é: será que ele a faz feliz? A ciência comprova o contrário e mostra que somos mais felizes quando passamos mais tempo longe desta arma de distração em massa e, também, quando passamos mais tempo em contacto com a Natureza.

Dar significado

Muitas de nós acreditam que a melhor vida é aquela que se alcança quando o trabalho está feito e, finalmente, podemos ir para o sofá ou para a espreguiçadeira. Porém, algumas pesquisas revelam que é mais provável que fiquemos mais felizes quando enfrentamos algum tipo de desafio difícil e significativo. Tente que haja mais espaço para essa saída da zona de conforto.

Pratique atividades que despertem o seu lado altruísta e que, em vez de a separar dos outros, a conecte a eles.

Experiências incomuns

Planeie «experiências de pico» para viver depois destes tempos de isolamento social. Algo novo e incomum, que lhe transmita uma sensação de admiração, como apreciar a vista do topo de uma montanha ou observar as estrelas à noite.

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