A Influência da Astrologia no Nosso Crescimento Pessoal

Num mundo onde ser mulher é a eterna busca por pertença a determinados padrões, a astrologia consegue ajudar-nos a compreender quem somos, mostrando-nos o que de melhor e de pior existe no nosso interior. Estamos perante uma ciência que abre caminho para a autoaceitação de que precisamos para viver melhor, permitindo-nos um encontro com a nossa própria verdade.

Se as terapias alternativas e tradicionais são ajudas dotadas de potencial, a astrologia também o é, já que esta acaba por funcionar como uma força catalisadora neste processo de aceitação – de nós próprias e do mundo. Esta ferramenta detém a capacidade de nos revelar o modo como podemos viver a melhor versão da nossa vida.

Neste sentido, surge a importância da autorresponsabilidade, que é a capacidade de encontrarmos dentro de nós as soluções para os obstáculos com os quais somos confrontadas nesta jornada, bem como sobre a capacidade de encarar a fonte da nossa realização e de acordar para a realidade, deixando para trás a ideia de que algo precisa de acontecer lá fora para que consigamos encontrar a felicidade. A nossa vida externa deverá ser sempre um reflexo do bem-estar do nosso interior, como que um transbordar daquilo que mora no âmago da nossa essência enquanto seres individuais que trabalham a sua inteligência emocional.

Decerto que terá já parado para pensar no seu signo e na possível definição que este poderia trazer acerca da sua personalidade. Porém, importa irmos mais fundo nesta viagem pelas estrelas a fim de entendermos o seu poder. A bem da verdade, somos muito mais do que o nosso signo solar, até porque todas nós detemos traços (comportamentos, sentimentos e pensamentos) de todos os signos do zodíaco nos nossos mapas de nascimento, sendo que esta conjuntura é bastante mutável e dinâmica, já que as energias mudam constantemente.

A astrologia pode ser uma ferramenta interessante para nos auxiliar a descobrir o modo como interagimos uns com os outros e com o mundo que nos rodeia, mostrando-nos também a forma como podemos lidar com as transições entre a «mó de cima» e a «mó de baixo» que despontam neste jogo. Se compreendermos qual é o nosso lugar no Universo (através de um mapa astral), a vida poderá tornar-se algo mais compreensível e mais administrável. Este estado iluminado acaba por reconhecer o nosso lado negro e o nosso lado mais puro, acabando por nos permitir constatar, da forma mais sóbria, as valências que trabalham a nosso favor e os «Calcanhares de Aquiles» que precisamos de desconstruir. Este processo poderá ser difícil (afinal, confrontarmo-nos com o nosso lado mais sombrio pode ser doloroso), mas a verdade é que é nesta autorreflexão que está a verdadeira autoaceitação e o sentimento de pertença que tanto almejamos.

A autoaceitação compadece-se, no fundo, com o ato de fazermos as pazes com as nossas falhas, com os nossos erros e com os nossos defeitos. Através da astrologia (dos doze signos do zodíaco, que estão integrados no mapa astrológico de nascimento de cada uma de nós) conseguimos perceber que a autoaceitação consegue abraçar o melhor e o pior desses mesmos signos, de dentro para fora. O caminho mais poderoso para a aceitação e para a verdadeira integração é aquele onde reconhecemos os traços do nosso caráter enquanto elementos que contribuem para o nosso crescimento.

Na visão de alguns entusiastas da matéria, ao acreditarmos que só nós falhamos, criamos isolamento, mas se compreendermos que toda a gente detém uma força universal e um mundo de qualidades, conseguimos ficar em paz com o nosso Eu. A autoaceitação vem da perceção de que somos amáveis ​​e completas em todos os momentos (mesmo naqueles em que falhamos). Por isso, experimente fazer o seu mapa astral para entrar nessa viagem profunda de descoberta e de autoconhecimento, com destino a um maior e melhor entendimento sobre a (sua) vida.

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