Aprenda a Ler os Sinais do Seu Corpo (Ele Não Mente!)

O nosso corpo é o espelho das nossas lutas internas. É este o princípio basilar que a medicina alternativa defende, assentando profundamente na ideia de que as zonas do nosso organismo que não funcionam bem refletem as áreas da nossa vida que precisam de ser melhoradas, acabando por provocar tensão na nossa consciência — e é esta última que gera determinados problemas de saúde.

Segundo os ensinamentos da medicina chinesa e egípcia, a libertação de uma determinada patologia acontece quando vamos à raiz da questão. Por detrás da materialização física da doença, há uma emoção desencadeadora de sintomas (todos eles com significado). Entusiastas da matéria chegam à conclusão de que tudo o que acontece no nosso corpo e na nossa vida começa em algo que se inicia na nossa mente (consciência).

Tudo o que acontece no nosso corpo e na nossa vida começa em algo que se inicia na nossa mente.

Os nossos comportamentos e modos de reagir a determinadas situações são algo que mora na nossa essência desde que iniciamos a jornada da vida. Essas nossas particularidades, ao nível da nossa personalidade, podem desencadear um sintoma em concreto ou, por outro lado, promover a libertação do mesmo. No fundo, tudo se trata de uma mensagem que o nosso corpo nos pretende passar. Só temos de aprender a ouvi-la e a compreender o que nos quer dizer.

O nosso corpo deve ser encarado como um todo, onde tudo se correlaciona. “Pensamento é força criadora”, por isso, quando pensamos em felicidade, as nossas células também vibram nessa frequência. De acordo com Cristina Cairo, médica brasileira e autora de várias obras sobre o tema, uma doença de sangue, por exemplo, acontece quando o doente se sente infeliz com a sua vida de um modo geral. A justificação prende-se com o facto de as nossas células acabarem por sentir essa mesma tristeza, não conseguindo produzir a energia corporal necessária para um equilíbrio total do organismo.

Ainda de acordo com a mesma autora, cada doença tem uma ligação direta com um padrão de pensamento (e, consequentemente, com uma emoção). Para um vida mais saudável devemos, então, aprender a pensar e a sentir. É importante que tentemos insistir na prática do pensamento saudável, liberto de medos (bloqueios).

“Todo o sintoma representa falta de amor por nós”.

Na obra O Teu Corpo Não Mente, Luís Martins Simões vai mais longe e afirma: “Todo o sintoma representa falta de amor por nós”.

Família, amigos, faculdade, colegas de trabalho. É a todas estas pessoas que tentamos agradar e a quem damos importância, em detrimento de nos colocarmos a nós (e ao que sentimos) em primeiro lugar nesta equação da vida.

Nas palavras do mesmo autor, o segredo para uma maior vitalidade é muito mais simples do que, a priori, poderemos pensar: “Verbalizar o que se sente é remédio santo para evitar problemas no corpo”. O autor explica que, se por alguma razão nos impedirmos de sentir uma emoção, então o corpo necessitará de a exteriorizar de uma outra forma. E essa outra forma é um sintoma físico: “O corpo mostra à pessoa aquilo que ela quis esconder”. A libertação do que sentimos é, assim, o caminho para a cura transversal.

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