Sexo: Afinal, Que Emoções Provoca?

Se há questão em que todas estamos de acordo é no facto de o sexo significar coisas diferentes para pessoas diferentes. O ato sexual tanto pode ser a expressão máxima de amor e de intimidade ou uma autêntica montanha russa de emoções. Tanto pode ser apenas um alívio de tensão ou somente uma questão de procriação. Ou, então, pode ser simplesmente um bom momento. Pode ser tudo isto e muito mais. Já dissemos que o sexo significa coisas diferentes para pessoas diferentes? Pois, mas vamos dizer mais ainda: o que o sexo significa para si não é necessariamente constante. Pode significar coisas diferentes em diferentes momentos da sua vida, ou até mesmo de um dia para o outro. E sabe uma coisa? Isso é perfeitamente normal. O sexo e as emoções andam de mãos dadas e afetam o cérebro de maneira idêntica. De acordo com a Universidade Tufts, a excitação sexual acontece sempre num contexto, envolvendo processos cognitivos, fisiológicos e neurológicos, todos eles influenciados por emoções.

O lado bom da atividade sexual está comprovado. Entre os efeitos mais positivos, temos a satisfação e a euforia, a sensação de total liberdade, o relaxamento e a calma. Ainda assim, dependendo das circunstâncias, podem existir emoções menos positivas, como a vulnerabilidade, o embaraço ou mesmo a culpa. Cientificamente falando, é importante dizer que a excitação sexual pode desativar partes do cérebro que a ajudam a pensar criticamente e a comportar-se como um ser humano racional. Sim! Pode acontecer perdermos a capacidade de raciocínio em detrimento do desejo e da excitação.

Para que aquilo que é considerado tabu, deixe de o ser, falemos, então, dos principais efeitos provocados pelo ato sexual, que são transversais a praticamente todas nós:

Sexo é como uma droga. A sensação de bem-estar que sentimos depois do sexo faz com que tenhamos vontade de o fazer de novo, de novo e de novo, em modo repeat.

Sexo é como um antidepressivo. A verdade é que esta atividade pode atuar como um antidepressivo natural, digamos assim. Contudo, se toma esse tipo de medicamentos não deve interromper o tratamento.

Sexo pode conduzir à depressão. Um estudo descobriu a existência de uma espécie de síndrome chamada de «depressão pós-atividade sexual», onde uma em cada três mulheres relataram sentir uma sensação de tristeza profunda depois do sexo. Sensação de arrependimento e de culpa estão entre as explicações para o desenvolvimento do transtorno depressivo.

Aumenta a felicidade. Contrariamente ao aspeto anterior, e dependendo de cada caso, o sexo pode ajudar a curar depressões leves, pois favorece a circulação de endorfinas através do sistema sanguíneo, produzindo a sensação de euforia, bem-estar e felicidade. E não termina por aqui: alivia a tensão nervosa e diminui os níveis de irritabilidade.

Enxaqueca? Diga-lhe adeus. A desculpa de que não pode fazer amor porque está com dor de cabeça é uma grande mentira. Fazer amor relaxa a tensão que comprime os vasos sanguíneos cerebrais, por isso, também alivia as dores de cabeça.

Insónias? Livre-se delas. É o melhor remédio para a insónia. Com as mudanças bioquímicas que ocorrem durante o ato sexual, o corpo relaxa e por isso fica mais propenso a mergulhar num sono profundo.

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