Sexo na Água. Tudo o Que Precisa de Saber

É a sensação de liberdade e de escape que lhe é inerente, é o associar do melhor dos dois mundos a um Universo só. Sexo em contexto de água poderia ser definido assim, mas esta seria apenas uma das muitas descrições possíveis que lhe poderíamos atribuir. E agora que o verão já começa a espreitar, aumenta a vontade de refrescar o corpo (literalmente).

Mergulhar em águas desconhecidas pode ser uma aventura. Justamente por isso, é importante que exista uma total consciência acerca dos riscos que aqui poderemos encontrar. A boa notícia é que, uma vez inteirada acerca de todos os desafios que pode encontrar em mares bravios, não existirão problemas no momento em que começar a «nadar».

Concentremo-nos, então, em tudo aquilo que deverá ter em conta quando pretender aventurar-se com o seu par no banho. Se neste primeiro caso o lugar escolhido for o chuveiro, tenha atenção para possíveis desequilíbrios que possam ocorrer, uma vez que, por norma, o sexo é feito de pé. Usar um tapete antiderrapante pode tornar a situação mais segura, até porque esta é, para muitos casais, a oportunidade perfeita para experimentar posições que normalmente não fariam na cama. Se por outro lado o espaço escolhido for a banheira, a atenção deve ser redobrada, uma vez que estar submersa em água morna abre caminho para que aconteçam infeções. Não adicione sais de banho, óleos ou qualquer outro produto à água, para que não aumente o risco de desenvolver problemas deste foro, que são potenciados através do envolvimento sexual subaquático.

Submergir um preservativo convencional em água quente ou em cloro é um erro, porque este pode romper-se. Para evitar uma gravidez indesejada, há que ter em conta este importante fator.

E na piscina? A bem da verdade, neste caso o espaço é quase ilimitado – e as várias infeções que se podem desenvolver também. É importante que fique afastada a hipótese de escolher uma piscina pública para se aventurar, já que as piscinas particulares são sempre mais limpas e seguras.

Para as que gostam de adrenalina, aventurar-se no oceano com alguém pode constar também na lista de preferências sexuais veranis. Mas será esta uma escolha segura? Em boa verdade, este último adjetivo não é – decididamente – o melhor a ser utilizado neste contexto. Para além da possibilidade da existência de mirones, existe a forte possibilidade de a água não estar limpa o suficiente para o ato, sendo muito provável a presença de germes e de parasitas próximas do seu corpo na zona íntima. Devem ser tomadas precauções para que este possa ser um momento com alguma privacidade. Nade até uma área que fique distante o suficiente para que ninguém consiga perceber o que está a acontecer a dois.

Descrição e consciência são os requisitos chave para uma aventura desta natureza (decerto que o seu último objetivo será ser completamente «apanhada», até mesmo em termos legais). Use um lubrificante à base de silicone e claro, use preservativo (coloque-o antes de entrar na água).

De acordo com alguns estudos, ejacular na água, especialmente em água quente, consegue fazer com que os espermatozoides sejam eliminados, algo que diminui as chances de uma gravidez indesejada. Porém, engravidar neste contexto ainda é possível, sobretudo porque quando ejaculadas na vagina, estas células masculinas não morrem.

Lembre-se de se higienizar e de hidratar depois desta pool party. A água quente e o cloro desidratam a pele. Por isso, para além da proteção e da prevenção de doenças e de infeções, continue a cuidar de si na fase posterior às diversões aquáticas. Independentemente das suas escolhas, não se que esqueça de cuidar da relação não só no verão, mas durante todo o ano.

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