Gratidão VS Dieta: Quem Vence?

Existe um elemento chave capaz de impactar de um modo inacreditavelmente positivo o nosso comportamento, a nossa perspetiva emocional e até mesmo a nossa saúde física e mental – a gratidão.

Imagine viver numa dimensão onde a solução para o stress de que é alvo diariamente seria nada mais, nada menos, do que sentir-se profundamente grata por tudo o que de bom existe na sua vida… Essa realidade existe, efetivamente. Praticar a gratidão enquanto estado mental permanente pode trazer um sem-número de benefícios à nossa saúde.

Por norma, pessoas que praticam esta «psicologia positiva» costumam ter hábitos como:

1. Cuidar melhor da sua saúde física e mental;

2. Fazer exercício físico regularmente;

3. Seguir uma alimentação mais saudável;

4. Lidar melhor com os desafios diários;

5. Sentir-se mais felizes e mais otimistas;

6. Ter sistemas imunológicos mais fortes;

7. Manter uma visão mais clara do futuro.

Porém, a verdade é que para conseguirmos alcançar este estado de alma, devemos estar realmente atentas a tudo aquilo que temos e transformar (na medida do possível) o negativo em positivo.

Surpreendentemente, a gratidão pode ser considerada mais valiosa do que uma determinada dieta. Por outras palavras, por muito melhor que coma, não conseguirá retirar o melhor de uma refeição se o seu estado de espírito alcançar níveis de stress e de ansiedade elevados, sem que se sinta feliz e grata pelas possibilidades imensas da sua realidade. Valerá a pena a nossa vida orbitar em torno de uma alimentação exemplar sem que estejamos equilibradas mentalmente? Independentemente da resposta, o objetivo não será parafrasear esta questão por forma a que se desvalorize um compromisso com hábitos alimentares saudáveis – o importante é, por outra, acrescentar alegria e gratidão ao que colocamos no prato.

Toda esta contenda está intimamente relacionada com a prática de mindful eating (pode ler sobre o assunto aqui). A par e passo com esta prática conducente a um estilo de vida mais harmonioso, surge o incontestável facto de a nossa atitude definir esta existência de gratidão em relação ao mundo externo. Não é a quantidade de coisas que possuímos, mas sim o modo de como nos sentimos relativamente ao que temos que poderá fazer a diferença.

Quando o assunto são os distúrbios alimentares, importa salientar que existem questões emocionais muito profundas em jogo. Lembre-se: a prática do amor-próprio é uma ferramenta poderosa para a transformação da nossa vida. Por isso, todas as manhãs (ao acordar) experimente pensar em três coisas pelas quais é grata. Dito isto, servimos-lhe o cardápio do dia: gratidão pela vida e esperança por momentos de glória. Dividimos esta refeição?

Ainda Sem Comentários

Deixe uma resposta

O teu endereço de email não será publicado.