Pequeno-Almoço: Porque é Tão Importante Esta Refeição?

E eis que o dia amanhece. Levantamo-nos da cama, ansiosas pelo momento em que devoraremos o que mais adoramos para começar o nosso dia. Mesa posta e… encontramos o pão, o leite, os iogurtes, uma tigela de cereais açucarados, panquecas e/ou café. Esta pode não ser a refeição matinal de todas nós, mas será, decerto, a de muitos dos comuns mortais, o que significa que se trata de uma refeição praticamente desprovida de nutrição. E o que seria de nós e do nosso organismo se ousássemos passar o resto das nossas vidas a ceder às pequenas (grandes) tentações? É, precisamente, a esta questão que tentaremos dar resposta.

O pequeno-almoço é, incontestavelmente, uma das refeições mais importantes do nosso dia (ainda que possa parecer um lugar-comum afirmá-lo!). A relevância atribuída a este primeiro momento alimentar vem do facto de, de manhã, ao acordarmos, termos necessidade de recuperar do nosso jejum de cerca de oito horas (idealmente) onde o corpo se manteve em atividade, consumindo energia concomitantemente. A verdade é que, mesmo durante a noite, o organismo continua a trabalhar para manter o nosso equilíbrio interno, através da respiração, dos batimentos cardíacos, entre outras funções. Então, o que acontece se iniciarmos as nossas atividades diárias sem fornecer ao nosso corpo toda a energia de que precisa através de um pequeno-almoço equilibrado e completo? Entramos num processo de carência que desregulará o apetite do resto do dia.

Por vezes, esta refeição acaba por ser dependente de glúten, de laticínios, de aveia e de milho — elementos aos quais muitas de nós são sensíveis. Quando escolhemos opções menos saudáveis acontece aquilo a que muitos apelidam de montanha-russa de calorias «vazias», muito processadas, estimuladoras do apetite e, consequentemente, do aumento de peso.

O leite, o queijo, o glúten e a farinha branca (considerada o açúcar salgado) são quase tudo aquilo de que nos deveremos afastar, sendo que o melhor será sempre optar por ovos, frutas, oleaginosas, proteínas, frutas secas, nozes e aveia.

A vida acelerada que nos consome faz com que ansiemos pelo prático, pelo rápido, pelo mais fácil. E isso, por vezes, traduz-se simplesmente na toma de um café. O resultado? Picos de energia e altos e baixos dos nossos níveis de ansiedade.

Importa, assim, pensarmos num melhor modo de começarmos o nosso dia. O primeiro passo é um pequeno-almoço de valor nutricional elevado, com gorduras e proteínas saudáveis sem açúcares adicionados, trigo, glúten ou laticínios. Apenas a partir deste ponto de viragem os resultados no funcionamento do nosso organismo, segundo alguns nutricionistas, serão notórios.

Lembre-se de que o ideal é adaptar esta primeira refeição às nossas preferências alimentares, ao nosso apetite e ao grau de atividade que iremos desenvolver no decorrer do tempo.
É hora de tomarmos um pequeno-almoço que dê energia ao nosso dia e que nos mantenha nutridas, para o aproveitarmos (a ele e à vida) com o maior entusiasmo possível.

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