Será Que é Totalmente Feliz?

O século XXI é dos séculos mais efémeros e acelerados de sempre. Estamos constantemente ocupadas com as nossas tarefas diárias sem sequer ter tempo para parar e refletir sobre o futuro que se avizinha. Mas e se parar para pensar? Consegue imaginar como estará a sua vida daqui a um ano? Se se mantiver tudo igual vai estar feliz? A maior parte de nós não se sente feliz com a vida que leva, no entanto nem sequer pensa sobre o assunto ou limita-se a ignorar esse facto.

A grande questão é: se não estamos totalmente satisfeitas com a nossa vida porque é que ainda não fizemos nada para a mudar? Muitas de nós responderão que não têm tempo, que estão demasiado ocupadas ou então disfarçam toda a frustração e continuam a viver na utopia. O psicoterapeuta Jonathan Alpert afirma que nós não mudamos os pontos que nos deixam infelizes por termos medo da mudança. É totalmente normal recear o desconhecido. Uma mudança na nossa rotina pode mudar toda a nossa vida e o Homem é um animal de hábitos, logo, se estamos na nossa zona de conforto, é natural que sair dela não seja a tarefa mais fácil do mundo. Mas não é impossível!

Os nossos sonhos não são impossíveis e a barreira que existe entre o desejar e o fazer, é apenas o medo, pois é ele que nos condiciona e nos bloqueia. Em todas as situações da vida existe um «e se?», mas se não arriscarmos nunca saberemos o que daí pode advir. Há que encarar a vida sempre com uma atitude positiva, mesmo que isto lhe pareça impossível em certas ocasiões.

Claramente, não estamos todos os dias super entusiasmadas e há alturas em que parece que o nosso mundo está a desabar. Nessas alturas o melhor é chorar tudo o que tem a chorar, gritar o quanto lhe apetecer e libertar tudo o que tem para libertar. Quando se sentir mais calma, pense positivo e retire uma lição do que correu mal.

Para sua sorte, a Frederica tem o livro ideal para si na nossa loja online : Mude A Sua Vida Em 28 Dias, do psicoterapeuta Jonathan Alpert, que a vai ajudar a ultrapassar todos os medos que a assombram e a impedem de avançar (pode ser aquele empurrão que lhe estava a faltar!). Estamos consigo.

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