Uma Viagem Pela História da Massa

Massa. Massa com legumes, massa com atum, com pesto ou com molho de tomate. A eterna e clássica carbonara… Como parar de mencionar todas as formas que este ingrediente pode tomar? É uma causa perdida: não existem limites para a diversidade de manjares que podemos alcançar quando pensamos em massas alimentícias.

Das civilizações gregas e romanas até ao nosso prato, a massa conquistou um papel determinante nas nossas vidas – e o de nos tornar genuinamente mais felizes é, obviamente, um deles.

Provavelmente, se tivermos de escolher um país para associar à génese deste ingrediente, lembramo-nos de Itália. Porém, surpreendentemente, não deveríamos estar tão certas quanto a esta ideia, isto porque muitos são os países que afirmam ser pioneiros nesta temática (a China, o Japão, a Alemanha e França são alguns deles).

Sabe-se que foi cerca de cinco mil anos antes de cristo que começaram por surgir as primeiras misturas de farinha de trigo moída com água. Por outro lado, existe também quem atribua mérito integral a Marco Polo, um mercador italiano que teria introduzido o conceito em Veneza, Itália.

Muitos anos se passaram, e a popularidade da massa aumentou exponencialmente. Primeiro em Veneza, com a inauguração da primeira fábrica de massas, em 1740; depois, em Parma.

Em Portugal, a massa atinge relevância na celeste sobremesa de aletria, que faz parte de uma tradição gastronómica irrevogável.

Hoje, celebramos a massa enquanto elemento versátil e saboroso que chega até aos quatro cantos do mundo, combinando satisfação de paladar com pragmatismo, num louvor claro e seguro da sua facilidade de confeção – onde haverá sempre espaço para a inovação.

 

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