A Importância da Saúde Mental

Hoje, é um dia importante, não só para nos podermos lembrar mais daqueles que, por várias razões, já nasceram com algum problema e/ou limitações mentais, mas também e, talvez sobretudo, lembrarmo-nos que devemos conservar (e consertar) a nossa!

A “ciência” tem vindo a provar, e cada vez mais, a importância da mente! É “ela” a responsável pelo equilíbrio do nosso sistema nervoso que, consequentemente, “coordena” as funções de muitos dos nossos órgãos. Porém, algo anda a funcionar menos bem no nosso país – e talvez no mundo.

Portugal, dos 34 países que integraram um estudo epidemiológico integrado no World Mental Health Survey Initiative, da OMS e da Harvard University, teve a 4ª mais elevada taxa de prevalência anual de perturbações psiquiátricas nos adultos. E, foi o número um em perturbações de: ansiedade, depressivas, de impulsividade e de alcoolismo.

É, similarmente, um dos países cuja população mais “consome” anti depressivos e ansiolíticos. Logo, algo não está bem. A questão é: o “mal” está nos médicos e/ou profissionais do ramo ou nos pacientes?

Pelos vistos, o “mal” não é de ninguém em especial mas, sim, de todos. Ou melhor, não temos vindo a ter a educação certa (tanto médicos como pacientes) para “corrigir” este problema. A nossa sociedade ocidental especializou-se na “teoria mecanicista” onde a medicação é muitas vezes sobrevalorizada.

Isto quer dizer que: a medicação é obviamente importante mas o “resto” vem de dentro de nós. Tem de ser feito por nós e, isso, ninguém nos ensinou.

Por exemplo: é claro que dormir bem é fundamental, assim como ter uma alimentação equilibrada e fazer exercício físico. Isto é a base. E é indispensável! Mas, depois, é importante saber gerir pensamentos, emoções e/ou sentimentos e todo um leque de processos “mentais” que, sem persistência, não se “cimentam” no nosso organismo.

Contudo, esta “gestão”, tem de ser feita de forma diferente daquela que aprendemos. Por isso, é urgente reaprender – ou aprender pela primeira vez!

Hoje em dia já tem à sua disposição muitas práticas que ajudam a mudar velhas filosofias de vida e a equilibrar o sistema nervoso. Talvez até conheça algumas delas e saiba explicar como funcionam mas, honestamente, se nada fizer, só o seu consciente é que sabe (conhecimento) mas o seu corpo/organismo não (sabedoria).

E, quando o corpo não executa, é igual a não saber. Não se mudando os pensamentos, os comportamentos tanto “físicos” como “mentais” (e orgânicos) ficam iguais e, obviamente, não se obtêm novos resultados.

Saia da sua obsoleta zona de conforto e vá à procura de saúde. Sem dúvida que a prática do Mindfulness ajuda muito mas pode sempre optar por outra prática mais mística como o Reiki, por exemplo – ou juntar as duas – que não só é uma boa prática como também tem uma filosofia de vida muito bonita e eficaz.

Não perca mais tempo. Agarre-se à vida. E a vida começa na consciência, na sua mente. Comece com pequenas mudanças. Tudo o resto, “maior”, virá depois. E vai ser muito bom!

 

 

Por Vanda do Nascimento

Terapeuta, Formadora e Instrutora de Mindfulness

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