O ESSENCIAL É INVISÍVEL AOS OLHOS

Deixemo-nos de cinismos: o Natal não é um feriado comercial, não é um apelo ao consumo desenfreado e não é um monstro causador de engarrafamentos e multidões em pólos de lojas.

O Natal ainda é magia. E, se deixarmos o sarcasmo de lado, é tão fácil perceber isso. As ruas vestem-se a luzes e os corações a esperança, os olhos brilham de antecipação e a noite de 24 respira amor. Não há muitos dias assim – é um facto que deveriam ser todos; é um facto que a felicidade não tem data no calendário. Mas se é preciso que o mundo se pinte a vermelho e branco para nos lembrarmos do tesouro que é viver, que seja.

Não falamos de clichés. Falamos do calor de um abraço e da incapacidade de avaliar monetariamente um sorriso, falamos das promessas à lareira e dos brindes à mesa, falamos das tradições tão fáceis de cumprir. Falamos de nós, do quão bom é perceber que precisamos de tão pouco para ser.

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